Linkedin: Porque os clubes brasileiros ainda não utilizam?

Linkedin

Há meios dos clubes trabalharem de forma mais acintosa com o Linkedin. Listamos alguns casos.

O Linkedin tem se mostrado como uma grande força de relacionamento entre as redes sociais. As oportunidades de emprego para vários profissionais é o principal atrativo. Mas há melhores formas de aproveitar esta rede.

É curioso notar como os clubes brasileiros dificilmente chegam na ponta quando falamos de estratégias no campo digital. Embora, alguns já apresentem seus destaques nas redes como facebook, instagram e twitter. Será que a força tarefa vem somente pela demanda? E por que agora resolvemos falar do Linkedin?

Claro que ao citarmos o Linkedin pensamos em primeiro lugar nas vagas de empregos. E é um ótimo canal para filtrar profissionais e encontrá-lo de forma mais certeira. Quando falamos sobre o novo panorama do marketing digital no Brasil, apontamos situações que podem ser melhoradas.

Importância do Linkedin

LinkedIn é uma rede social focada em negócios e foi fundada em 2002. Segundo a wikipédia, “é utilizada por profissionais com o intuito de apresentar suas aptidões, de uma forma que outros profissionais da mesma empresa possam endossar, dando credibilidade ao conteúdo“. E é verdade. A força de relacionamento da rede tem avançado cada vez mais.

Em 2013, chegou ao número de mais de 238 milhões de usuários. Os países que mais utilizam o Linkedin são: EUA, com 84 milhões de usuários, Índia, com 21 milhões de usuários e Brasil, com quinze milhões de usuários.

Cases

Há 3 boas formas de relacionamento que engajam e dão resultado no linkedin.

Nota-se que, por aqui, dificilmente os clubes procuram por interação profissional, quando falamos em redes sociais. É bem possível que você já tenha visto alguma vaga de emprego divulgada pelos clubes Br. Naturalmente, eles podem usar o site institucional. Esporadicamente o Linkedin. Mas utilizar essa plataforma tem um alcance ainda maior.

Claro, há o que pensar. É preciso pensar em interação com o torcedor. Clube-torcedor. Esse é o caso da conta do Atlético de Madrid. Em uma postagem simples, o clube notifica seus seguidores a respeito da venda de ingressos para o próximo jogo. Veja:

Uma publicação como essa poderia muito bem ir pro Facebook, certo? E vai. Mas por que não ir também para essa outra rede? Lembre-se que isso gera tráfego por backlink e pode também somar quando se fala em visibilidade.

Há também publicações de caráter informativo. A Inter de Milão apostou no relacionamento entre marca e torcida para divulgar o acerto de seus canais digitais com a BWIN, que assume a parceria com os neza-azzuri. Quem ganha? Quem precisa da notícia. E aí: é mais uma publicação que poderia estar no Facebook e Twitter. Ok. Mas aqui também faz jus. Nada impede. O canal ajuda a integrar o clube com a marca e os seguidores.

 

 

Em 13 horas, 97 pessoas gostaram. Com esforço de todos, o engajamento do torcedor ia fazer muito bem aos executivos da Bwin.

B2B

E o principal e mais diferenciado: relacionamento B2B entre marca e clube. É o caso do Sporting, de Portugal. O clube que criou uma conta com o nome Sporting Business para mostrar o que anda sendo feito em oferecimento aos parceiros comerciais. O Linkedin é uma plataforma que reúne milhares de profissionais, que desempenham várias funções. Muitas empresas estão querendo mais visibilidade. E o marketing esportivo pode ser essa plataforma ideal que vai levar o nome de marcas para o público.

 

 

Ferramenta

Algo muito interessante a se pensar é no relacionamento através do  Social Selling, inbound e outbound marketing que a rede Linkedin pode proporcionar. Utilize a ferramenta Sales Navigator para agrupar leads, fazer conteúdo, alimentar com conteúdo relevante. Com um setor comercial ativo, não é difícil imaginar a prospecção através dessa plataforma. Seguir e criar relacionamentos. Saber qualificar e abordar pode ser a chave de retorno futura para a relação clube/empresa.

E vale a pena citar: os clubes de esportes especializados podem muito bem investir, vez que estão cada vez mais dependentes de patrocínios e marcas. É uma relação de interesse comum que pode beneficiar tanto o clube quanto a marca.

O lado negativo da rede é que a usabilidade da rede ainda não é tão prática. Algumas atualizações do seu perfil não são simples, a configuração não é de fácil leitura. E as atualizações de amigos quando aparecem no seu feed estão com algoritmo bem pior que o do Facebook. E o engajamento ainda não é tão forte.

A conferir o que os clubes podem aproveitar dessa plataforma. Acredite, tem muita gente querendo fazer negócio com o mundo do futebol. Jogar com as ferramentas certas, além de ser parte da estratégia, pode apresentar bons atalhos. Se você está procurando um emprego no marketing esportivo você pode achar oportunidades por ali.

Várias empresas, marcas esportivas disponibilizam por ali vagas. Alguns clubes do exterior também.

Ensinamentos

Complicado falar em ensinamentos quando dispomos de muitas ferramentas ao nosso dispor. Sem falar que a internet é um sem mundo de conteúdos disponíveis para a gente consultar. Penso que uma plataforma de fácil acesso – e principalmente – popular, pode ser um enganche para novos negócios.

Já fiz um apanhado sobre os clubes brasileiros no Linkedin. Resultado pífio. As páginas dos clubes estão criadas, porém inativas. Curiosamente, alguns profissionais de clube possuem seu perfil – e algum deles são até ativos na rede.

Conecte-se com o mundo. Há vários profissionais por lá. É sério. Claro, não seja chato, siga a etiqueta. Mas melhore seu networking e faça mais contatos.

E se você não usa… pode estar perdendo grandes oportunidades.

 

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