Gestão

Inovação no esporte e o preconceito com o mundo corporativo

inovação no esporte

Há algum tempo eu queria escrever este texto. Refleti muito sobre o gerenciamento dos clubes e claro, sobre profissionais que estão envolvidos no meio. Pensei muito em escrever sobre inovação no esporte e todo o cenário que pode ser mudado através da inovação porque eu imagino algumas pessoas lendo o artigo e imaginando: “Lá vem o palestrinha com esses termos de start up”. Ou “de nerd”. Ou “empáfia”.

Mas não é nada disso!

Há uma leva grande de gestores mais engajados e que estão entrando no mercado. Possuem grande conhecimento, com notório saber. Mas qual o diferencial nisso? Esses gestores estudaram muito, se capacitaram. Portanto, entendem o que o mercado lá fora exige e como fazer uma empresa crescer.

O panorama vem mudando muito. E com isso, novidades corporativas chegam a todo instante. Inclusive com práticas usuais do mercado. Imagine um gestor do futebol falando que precisa evitar o churn dos sócios? Ou mais simples: você já imaginou trabalhar na administração de um clube e falar sobre CRM?

Recomendo muita leitura. Além disso, recomendo uma certa experiência na área. Além de se atualizar com o que os profissionais fazem. Por exemplo, uma boa indicação que eu faço é do livro Inovação é o Novo Marketing – Insights para o futebol.  O livro você pode checar e comprar aqui.

Glossário importante do mundo corporativo

Há vários profissionais entrando no mercado com uma bagagem do mundo coporativo e quem ganha com isso é a inovação no esporte.

Montei um breve glossário com nomenclaturas que você vai precisar entender e que certamente, passarão a ser usadas:

Break-even

Numa tradução literal, break-even significa “ponto de equilíbrio”. É o momento da empresa em que seus dispêndios são equivalentes às suas receitas,

Churn

Cancelamentos de acordos em receitas recorrentes. No futebol, o churn seria mais utilizado no torcedor que cancela o seu sócio torcedor.

CRM

Plataformas que funcionam como uma ferramenta para ajudar na administração dos contatos de torcedores.

Growth hacking

Identifica flancos de oportunidades de crescimento para explorá-los.

KPI

O KPI é o indicador de chave de desempenho (do inglês key performance indicator). Ele é utilizado para medir a performance dos processos das empresas.

Lead

Lead é um potencial cliente, que após entrar em contato com os seus conteúdos, demonstrou interesse em seu produto ou serviço — seja porque baixou um e-book, fez um cadastro, assinou a newsletter etc.

MQL

É o lead qualificado, que realizou a levantada de mão, ou seja, que é educado, sabe o que quer e já está propenso a fechar negócio com a sua empresa.

MRR (e ARR)

Significa Monthly Recurring Revenue ou, em bom português, Receita Recorrente Mensal (MRR). É o valor de quanto uma empresa receberá em determinado mês. ARR é o anual.

MVP

MVP é o minimum viable product, ou seja, é o produto mínimo viável. Representa uma versão mínima do produto ou serviço que se quer inserir no mercado

ROI

O ROI é o retorno sobre investimento, ou return on investment, em inglês.

Royalties

Royalty nada mais é que a remuneração que o usuário entrega ao proprietário da marca pelo uso de marcas, patentes ou contratos de franquias.

Upsell (e downsell)

É a atualização ou uma renovação do contrato. Contudo, visa incluir outros serviços ou aprimorar o plano utilizado, aumentando, portanto, o valor pago mensalmente. Já o downsell é o contrário.

O cenário para a inovação vai além da tecnologia

Ferram Soriano já dizia algumas verdades sobre inovação:

Inovação não é inventar, é descobrir. Não é só criatividade, é um novo olhar. Também não é criar um novo produto, é encontrar novas necessidades. Não é ser só o primeiro, é ser o primeiro a chegar no consumidor. Além disso, inovar não é certeza e/ou provas: é irrigação e pistas.

As marcas trabalham isso. Em outras palavras, empresas de diversos tamanhos contam com tecnologia de ponta e profissionais mais capacitados. Mas faz parte de um processo evolutivo.

O que gera esse preconceito?

Em minha opinião: falta de conhecimento. Gestões que estão presas ao passado e que não entendem mudanças e novidades. Acima de tudo, esse tipo de gestão tende a estacionar no passado.

Em conclusão, para aprofundar o conhecimento, eu indico o curso de inovação no esporte do Bruno Maia. Tem um ótimo conteúdo e, tenho certeza, vai agregar bastante para o seu conhecimento.

Foto: Conect Hub

Você está pronto para mais sobre gestão e marketing no esporte? Clique aqui e confira.

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